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No Pará, Pix é a forma de pagamento preferida dos pequenos negócios

O estado apresenta média superior à nacional, quando o assunto é o uso do Pix como meio de pagamento: quase 7 em cada 10 operações de venda.
Por Redação
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Praticidade e segurança fizeram o Pix se popularizar e este já é o meio de pagamento mais usual nas compras de bens e contratação de serviços em todo o Brasil. E no Pará não é diferente: de acordo com pesquisa do Sebrae e do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 66% dos pagamentos recebidos pelos pequenos negócios são por meio dessa ferramenta. Esse percentual está acima da média nacional, que chegou a 59%. Em segundo lugar, aparece dinheiro, com 9%, e em seguida o boleto, com 7%. O cartão de crédito ficou apenas na quarta colocação, com 6%.

Na avaliação do gerente da Unidade de Relacionamento Empresarial do Sebrae no Pará, Antônio Romero, a popularização do Pix ratifica o protagonismo assumido pelos pequenos negócios na modernização dos processos, por meio da digitalização, bem como com a sustentabilidade, uma vez que a ferramenta dispensa o uso de papel, como ocorria com os cheques antigamente.

“O uso do Pix se consolidou em nosso estado e só traz vantagens, como segurança, custo baixo ou até custo zero, agilidade, otimiza a gestão administrativa, melhora o fluxo de caixa e a gestão financeira do negócio”, enumera Romero.

Ainda de acordo com o levantamento, em toda a Amazônia Legal a tendência é a mesma. O top 6 dos estados em que o Pix lidera é composto inteiramente por unidades que compõem essa região: Amazonas (74%), Roraima (71%), Tocantins (69%), Amapá e Maranhão (68%). O Pará fecha esse ranking. A Região Norte, por sua vez, é a que apresenta a maior média de uso do Pix em todo o país: 68%. Logo atrás, surgem as regiões Nordeste (61%), Centro-Oeste (60%), Sudeste (59%) e Sul (57%).

Da mesma forma, no momento de pagar seus parceiros e fornecedores, a ferramenta de pagamento instantâneo continua tendo a preferência dos pequenos negócios. Do total de pagamentos realizados por essas empresas, 58% deles são feitos via Pix, 24% por meio de boleto e 6% em dinheiro.

Implantado há pouco mais de cinco anos, o Pix é um sistema de transações financeiras criado pelo Banco Central do Brasil, que permite transferências e pagamentos instantaneamente. O sistema conta com regras de limites e segurança para evitar fraudes, sendo fiscalizado pela Receita Federal para fins tributários.

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